Aí ontem, quarta feira, um amigo me levou para ver cilada.com no norte shopping. Aí "visitamos" a tok e stock, passamos pelo quarto da criança, onde tudo estava sob o tema "O pequeno príncipe". Aí vimos crianças e o meu amigo todo sonhador começou a falar sobre o seu desejo de ser pai e como as crianças são fofas. E eu comecei a pensar que não nasci para ser membro de uma família. É, porque a que tenho agora não é bem uma família e me sinto incompetente demais para formar a minha própria família. E o meu amigo me questionava sobre "meu" desejo de nunca me casar e como seria triste envelhecer só... Acho tão difícil explicar que não é um desejo racional, não é tipo um objetivo de vida viver só e pior: morrer só. Eu só aceitei as circunstâncias. Só admiti que não tenho talento para relacionamentos e não me sinto à vontade com a ideia de que preciso me deixar enganar para ser feliz (é, porque se o amor é realmente essa farsa que nos deixa cegos ou aquilo que a psicanálise afirma de que nos apaixonamos por quem idealizamos, não por quem a pessoa realmente é, tudo se converte numa grande farsa). E eu não quero ser enganada. Não por mim mesma. Aí a decisão mais sensata e menos dolorosa foi aceitar que algumas coisas são para poucos, os "privilegiados". Como naquela cena do primeiro filme da trilogia Matrix: "A ignorância é uma bênção". meio determinista da minha parte, mas volto a dizer o que havia dito em posts anteriores: não posso negar o que realmente penso ou sou. Então, mais uma vez o blog assume seu caráter terapêutico.
Eu não tenho a menor intenção de parecer pessimista ou sei lá o que, mas sempre quando falo de tudo que é tão natural pra mim, todos enxergam pessimismo no meu discurso, quando na verdade ele só mostra um realismo ao qual poucos estão acostumados.
Pra tirar o ar fúnebre, a seguir comentários sobre o filme:
Muitos sabem que não sou a fã número 1 de comédias. poucas piadas me fazem realmente rir, até porque sou um pouco criteriosa com relação ao nível de inteligência das piadas, mas o Cilada.com tem piadas de óóótimo gosto. ri do início ao fim. Não porque o filme fosse original. tem um cara que trai sua respectiva namorada e o filme segue na "expectativa" de que no fim o casal reate o relacionamento. Coisa que de fato acontece. Ri mesmo por causa do talento dos atores e da forma como o Bruno Mazzeo interpreta o Bruno do seriado Cilada e do próprio filme. que atravésdas situações e posicionamentos permite uma identificação instantânea do público (nesse caso EU, rs) com o personagem. AMEI. Super recomendo ;)
E você, já assistiu o filme? O que achou?
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 14 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Amor a primeira vista?
Andei lendo uns estudos por aí que existe amor a primeira vista. Isto porque o amor é fruto de substâncias produzidas em nosso organismo, então não é necessário conhecer a pessoa, basta que estas substâncias sejam sintetizadas que estaremos amando. Filosoficamente o amor é muito mais uma decisão. Biblicamente somos orientados a "amarmos uns aos outros como o Pai nos amou" (1 João 4:7). Encaro essas produções de sentimentos baseadas em substâncias como a paixão e o amor como a tal decisão que a Bíblia sugere. Decisão porque se Deus aconselha a amar é porque o amor não acontece do nada, mas precisa da sua permissão.
Ontem uma "amiga" me questionou sobre acreditar em ser possível amar alguém mais de uma vez. Gostaria de deixar claro que não acredito em alma gêmea nem nada do tipo. Acredito na ciência e na tal decisão de amar que contei antes.
Também não acredito nos casamentos. Não como são concebidos com aquela história de amor que acontece sem explicação e a felicidade e tudo como uma conspiração cósmica sem nenhum pingo de racionalidade. Acredito na conveniência. Não de uma forma ruim, mas daquela forma que a psicologia explica. "Tudo é egoísmo." Ajudamos os outros para nos sentirmos bem, logo fazemos o bem pelo EGOÍSMO. Mas não acho isso de todo mal... Só sei que acredito mesmo na racionalidade e conveniência que leva as pessoas a viverem relacionamentos estáveis.
Sobre a festa: Frequência legal, galera maneira, música boa, mas estou sofrendo de ressaca moral. Isto porque bebi demais, falei merda, quis fazer xixi no ônibus e não me orgulho nem um pouco desse estilio "bebi todas, sou cool". Tipo que lá conheci uma galera que mora no mesmo bairro que eu e provavelmente encontrarei eles outras vezes... que derrota...
Ontem uma "amiga" me questionou sobre acreditar em ser possível amar alguém mais de uma vez. Gostaria de deixar claro que não acredito em alma gêmea nem nada do tipo. Acredito na ciência e na tal decisão de amar que contei antes.
Também não acredito nos casamentos. Não como são concebidos com aquela história de amor que acontece sem explicação e a felicidade e tudo como uma conspiração cósmica sem nenhum pingo de racionalidade. Acredito na conveniência. Não de uma forma ruim, mas daquela forma que a psicologia explica. "Tudo é egoísmo." Ajudamos os outros para nos sentirmos bem, logo fazemos o bem pelo EGOÍSMO. Mas não acho isso de todo mal... Só sei que acredito mesmo na racionalidade e conveniência que leva as pessoas a viverem relacionamentos estáveis.
Sobre a festa: Frequência legal, galera maneira, música boa, mas estou sofrendo de ressaca moral. Isto porque bebi demais, falei merda, quis fazer xixi no ônibus e não me orgulho nem um pouco desse estilio "bebi todas, sou cool". Tipo que lá conheci uma galera que mora no mesmo bairro que eu e provavelmente encontrarei eles outras vezes... que derrota...
Assinar:
Postagens (Atom)